REDE DOS EMISSORES PORTUGUESES

Associação Nacional de Radioamadores
Instituição de Carácter Científico e de Utilidade Pública
Secção Portuguesa da IARU desde 1931
  Técnicas de Operação de Repetidores

   Existem quase tantos procedimentos de operação como repetidores. Apenas através da escuta é possível determinar o procedimento habitual de cada repetidor. No entanto existem alguns procedimentos comuns a quase todos os repetidores. Uma dessas técnicas é o "bip" de cortesia. Supondo que diversas estações estão a operar em sequência - uma após a outra. O repetidor detecta o fim da transmissão de um operador, espera alguns segundos, e transmite um som curto ou bip. A próxima estação a emitir espera pelo bip antes de transmitir, dando tempo a que alguma outra estação que pretenda entrar no QSO transmita o seu indicativo. Daí a expressão bip de cortesia - o operador de uma forma cortês faz uma pausa para permitir a outras estações que entrem no QSO.
   Outra característica comum em repetidores que encoraja o uso educado do repetidor é o temporizador. Dado que o repetidor opera apenas num canal - permitindo que diversas estações usem a mesma frequência - é de bom tom manter o tempo de cada transmissão curto. Se esquecer-mos esta pequena cortesia alguns repetidores cortam a transmissão após 2 ou 3 minutos de emissão continua. Após este corte o temporizador é reinicializado e o repetidor fica pronto para a próxima emissão.
   Como regra geral as transmissões de emergência têm sempre prioridade. Lembre-se sempre de fazer uma pausa entre transmissões, este pequeno cuidado pode salvar uma vida...
   Alguns repetidores apenas podem ser accionados se forem transmitidos tons subaudiveis (CTCSS). Para saber mais sobre os tons a configurar consulte o mapa de repetidores.



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